Coordenadora: Profª. Ana Paula Mestre

Numa vertente transversal e interdisciplinar, a disciplina “Ciência 5D”: Educação Ambiental e Ambiental e Crítica; Sustentabilidade; Alimentação e Saúde reúne um conjunto diversificado de atividades que ensinam os jovens a promover a consciência ambiental, a estimular o espírito crítico, desenvolver a criatividade e a inovação e, por sua vez, ensina-nos habilidades sociais, emocionais e práticas úteis na vida.

 

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As opções ecológicas e sustentáveis são práticas que a sociedade devia dominar.

No entanto, a necessidade de usar os recursos naturais racionalmente, de forma sustentável e que degradem menos o meio ambiente, não é uma prática que assiste a muitos, mas apenas a alguns. Cabe aos docentes, os facilitadores de aprendizagem, disseminar as atitudes ecológicas e sustentáveis, para que os jovens, os principais vetores de mudança na nossa sociedade, possam implementá-las.

A temática “Fornos Solares”, um recurso que utiliza a energia solar para cozimento dos alimentos, é uma prática que o Agrupamento de Escolas Engenheiro Duarte Pacheco pretende implementar nas turmas do 8.º ano, no âmbito da disciplina de Oferta Complementar. O Professor Celestino Ruivo professor afeto à Universidade do Algarve e especializado na construção deste recurso, prestou formação aos docentes do Agrupamento, para que os mesmos possam ensinar aos seus alunos a utilidade deste utensílio e os benefícios para a Saúde e Ambiente.

Ana Paula Mestre

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A correria do nosso dia a dia, por vezes, impossibilita-nos degustar as refeições dando-lhe a atenção devida. Na prática, comemos em piloto automático e perdemos a conexão com o “agora” manifestando-se na nossa alimentação. Em consequência, escolhemos mal os alimentos, deixamos de preparar as nossas refeições e muitas vezes damos preferência aos alimentos prontos e processados.

O “Mindful Eating”  é um prática que permite-nos escolher com atenção o alimento, estabelecer uma relação saudável e de prazer no ato de comer, é um convite ao sabor, ao aroma e à textura dos alimentos. Foi pensando nas escolhas alimentares erradas dos nossos jovens e da sua relação com fastfood, habitualmente consumidos, que esta prática ganhou espaço.

Na disciplina de Oferta Complementar, e subordinada à temática “Mindful Eating”, os alunos, do 6.º ano, da Turma B, da Escola Básica Integrada Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva praticaram esta técnica. Uma forma de reeducar o paladar destes adolescentes, incentivando-os à ingestão, nas doses recomendadas, de alimentos variados o mais natural possível evitando comidas processadas, de forma a praticarem uma alimentação mais equilibrada e saudável.

Ana Paula Mestre

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Chegam à escola cansados, porque não dormiram ou não tomaram o pequeno-almoço. Outros estão cheios de força, embora temporária, pois o efeito do açúcar disfarçado nos cereais consumidos ao pequeno-almoço, provoca-lhes picos de energia.

Não demora muito e, ao segundo tempo letivo da manhã, começamos a vê-los prostrados e com vontade de dormir.

Tomar um bom pequeno-almoço é essencial para um bom desempenho manital e escolar. Por vezes, achamos que os cereais, fonte de hidratos de carbono, são o alimento aconselhado para comermos pela manhã.

Mal sabemos, o que se encontra disfarçado na sua composição. Salvo raras exceções, quando falamos numa aveia ou noutro cereal sem qualquer tipo de aditivo. Por norma, os cereais para o pequeno-almoço têm, na sua composição, açúcares, os quais são responsáveis pelos picos de energia que os alunos denotam. Na informação nutricional dos cereais, aqueles que apresentarem valores inferiores a 5% de açúcares são os aconselhados. Porém, o melhor mesmo é optar por uma aveia isenta de qualquer aditivo.

Pensando nesta problemática, e porque a Alimentação Saudável é fulcral para bom desempenho escolar, na disciplina de Oferta Complementar, os alunos do 6.º ano realizaram uma atividade prática, denominada: “Vamos (Des)construir o Pequeno-Almoço”.

O objetivo desta atividade consistiu em perceber que tipo de pequeno-almoço era praticado pelos alunos e ensinar-lhes a confecionarem pequenos-almoços saudáveis e snacks rápidos a serem consumidos nas refeições intermédias.

Uma atividade que ensinou os jovens a conhecer outras opções de pequenos-almoços, também elas económicas, saudáveis e ricas em nutrientes tão importantes para o inicio do seu dia.

Ana Paula Mestre

 

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